terça-feira, 31 de março de 2020

Tatá, o Otacílio


Lembro da Rádio MEC, no Rio. 
E lá, lembro do Tatá, o Otacílio. Sempre estava por lá, presente, prestativo. Acompanhava quem fazia programas no lugar de outro... Ligava para as pessoas que tinham esquecido de assinar o ponto... Na Rádio, era Otacílio Cruz, Coordenador Geral de Programação.
Morava num apartamentinho no Catete.
Um dia ele não foi, nem avisou. Se foi.
Carlos Drummond de Andrade (“o maior poeta vivo do Brasil”, dizia o Pontual, colega deles) escreveu uma crônica - Tatá, o bom, que depois foi publicada no livro 0 Poder Ultrajovem.
Não sei quando foi; o livro traz crônicas e versos do final da década de 60 até início de 70...

Nenhum comentário:

Postar um comentário