Lembro do pessoal de casa, no Rio, falar da Gripe Espanhola.
Matou muita gente. Era 1918 – há mais ou menos um século. Marcante, falavam
muito. André me disse há pouco que a origem dela não era a Espanha; era o
Kansas, nos Estados Unidos... (o Trump queria chamar essa agora de gripe
chinesa...)
De vez em quando vem um vírus novo, que os cientistas não conhecem.
A Gripe Espanhola era um tipo de influenza... Daqui a um tempo vão saber qual vírus era o atual...
Desta vez, é grave, porque desconhecido e rápido de contágio.
E mata muito.
E o grupo de mais risco é dos idosos (penso que para
qualquer doença...)
De qualquer maneira, temos que preservar a saúde. Mas tem
alguma coisa de bom nessas providências?
Uma atitude recomendada é “ficar em casa”.
Mas não se sabe o que fazer em casa...
É bom reaprender a ficar em casa: lendo, escrevendo,
jogando, conversando, não fazendo nada. Conversando.
Fui criança quando não havia tecnologias dessas em que há
sempre um intermediário que impede a conversação, seja zapp, face,
instagram, outros. Havia no máximo uma caneta em que a tinta saía da pena,
e lápis - grafite dentro de madeira. Brincava de boneca, de correr e de andar
de bicicleta, e de escolher a mais bonita das flores de um canteiro...
Talvez uma das vantagens seja essa – reaprender a ficar em
casa, reaprender a conversar e brincar.
Agora, que se tem mais tecnologia, parece que voltamos a tecnologias
mais antigas... E parece que vamos ter muito tempo pra isso... (ou não, pois
não sabem a duração da pandemia,,,)
Quarentena, que eu me lembro, era afastamento de 40 dias. Agora
é de bem menos... E fica difícil de aguentar..
.
Tem
muita invenção pra fazer em casa durante a quarentena... “Verdade ou não? Me
diz uma resposta certa” – pede o João, filho da Julia-sobrinha quando viu aquele
biscoito bordado. Não importa. Importa é que se inventa.

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