Vi há pouco o Bem Gil, filho do Gilberto Gil, num
documentário sobre Jorge Mautner.
Era sobre a importância do Mautner na música brasileira, e
sobre sua influência, por exemplo, nas composições da banda do Bem (Tono)
e nas do Exército dos Bebês.
Em 1981 foi lançado o LP Bomba de
Estrelas. A banda de Bem canta, no documentário, não necessariamente nessa
ordem, a música de Mautner e Zé Ramalho:
Nem toda nota é um tom
(...)
Nem toda pele é vison
(...)
Nem todo quieto é pacato
(...)
Nem toda estrada é caminho
(...)
Nem todo trilho é do trem
Nem todo trilho é do trem
(...)
Nem todo fim é a morte
Por falar em Gil, num outro
documentário ele conta que estava num elevador em Nova Iorque e o Salvador Dali,
que estava lá, comentou sobre suas-do-Gil trancinhas rastafari terminadas em contas:
“Bonito, o seu cabelo. Onde você fez?” -
“Em New York mesmo...”
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